O educador, como diversos outros profissionais, também pode se beneficiar com o uso da tecnologia, pois através de diversas fontes de informação, que podem ser encontradas na Internet, pode-se promover a construção do conhecimento, e não mais o professor deve ter a responsabilidade de ser o único que detém e controla o saber. O professor também se defrontará com novos instrumentos que poderão apoiar seu trabalho de preparar e ministrar suas aulas, assim como a sua maneira de se comunicar com outros professores, alunos e com a comunidade.
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EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: RELAÇÕES RACIAIS NA ESCOLA
Suzete Monteoliva P. Graziana - Aluna do 3º Semestre do Curso de Pedagogia da FMC
Como definir a juventude negra no Brasil e como despertar a criança para as riquezas das raças e suas cores? A diversidade e a desigualdade social a respeito da escolaridade, da saúde, do lazer, gênero e outros fatores não só dificultam essa definição como também criam fantasmas a respeito delas.
Segundo a nova visão desse enfoque pedagógico, a professora Rita de Cássia Silva Santos, mostra que através de atividades recreativas, artísticas e culturais dentro do ambiente escolar, ainda na fase infantil, devem ser apresentadas para a criança, valorizando as diferenças de raças e numa face positiva transformar do preconceito para a aceitação da diversidade..
------------------------------------------------------------------------------------------PANORAMA DA PRIMEIRA INFÂNCIA: AVANÇOS E DESAFIOS
Profª Ms. Adelaide Jóia
No Brasil, define-se a primeira infância geralmente como o período que vai até os seis anos de idade, em que pese a Convenção sobre os Direitos da Criança (ONU) propor estender até a idade de oito anos (UNICEF, 2006).
Esse período é fundamental no desenvolvimento emocional, mental e das habilidades sociais do indivíduo, pois, de acordo com estudos da neurociência, é durante os três primeiros anos de vida que se formam mais de 90% das conexões cerebrais.
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MANOEL BOMFIM, ENTRE A EDUCAÇÃO E A REVOLUÇÃO
Profº Dr. Celso Noboru Uemori
Neste artigo analiso as idéias de Manoel Bomfim atendo-me ao que ele escreveu sobre educação. Em primeiro lugar, apresento a sua obra analisada pelos seus intérpretes; em segundo, discuto as suas proposições no interior dos discursos dos intelectuais de sua geração, que enxergavam na educação o instrumento privilegiado para promover a “redenção nacional”; em terceiro, retomo o debate a respeito das propostas de Bomfim – educação ou revolução – para redimir o país dos “males de origem” que se implantaram com a colonização ibérica e a herança cultural que ela deixou.
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A QUESTÃO RACIAL E A SUPERAÇÃO DO
EUROCENTRISMO NA EDUCAÇÃO ESCOLAR
Profª
Dr.Walter Lucio de Alencar Praxedes
Vamos abordar neste artigo alguns problemas provocados pelas relações interétnicas e raciais na educação escolar brasileira. Em seguida apresentaremos algumas possibilidades teóricas para o tratamento da questão racial na educação escolar a partir da sociologia da educação e dos estudos culturais.
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